Estou tentando ler o livro “O Monge e o Executivo”, digo tentando, pois não sei como alguém pode achar este livro tão bom, existem diversas contradições entre o que está querendo ser passado e os panoramas que envolvem as lições.
Acho que no final das contas vou acabar sendo muito criticado, pois o livro é muito famoso dentre a literatura de auto-ajuda (algo que não gosto muito por natureza), mas vou me arriscar a opinar em algumas mensagens que em breve pretendo escrever.
O problema não está no livro, pois se trata da opinião de quem o escreveu, mas da idolatria criada pelas pessoas que os lêem, considerando-os a solução para suas vidas profissionais ou pessoais. Buscando angustiadas pelas soluções que por vezes não se aplicam as suas situações específicas, acabam por perder o senso crítico.
Não é incomum, por vezes, acontecer de alguém tentar aplicar os princípios deste tipo de literatura e não ter sucesso, piorando ainda mais a auto-estima do indivíduo que fracassou, pois não percebeu que seu caso não se aplicava a opinião e experiência de uma pessoa.
Estou tendo a oportunidade de acompanhar uma pessoa que está empolgadíssima com estes livros, porém o seu sucesso é questionável, pois ao contrário do que deveria estar conseguindo, ninguém a respeita. Sua situação chega a ser ridícula, porém como ela possui o direito de fazer estas coisas, siga em frente, mas vai acabar virando história neste blog.
No final das contas, não dúvido que estes livros sejam financiados por empresas que querem nos convencer a trabalhar mais do que já trabalhamos (adoro teorias da conspiração, ainda que sejam as mais idiotas possíveis).